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Quem lembra desse: Ford Maverick

Nos anos 70 a Ford começou a escrever a história do Maverick no Brasil. Ela buscava um veículo para completar a sua linha e ocupar o espaço existente entre o Corcel, carro de entrada, e o topo de linha, o Galaxie. O escolhido foi o Maverick, um?esportivo com motor dianteiro e tração traseira. A produção nacional começou em 1973 na fábrica de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

O primeiro?Mavereck?foi apresentado na versão cupê, porém, espaço no banco traseiro não agradou de imediato. Mas, a carroceria era perfeita para a versão GT, que contava com cambio de quatro marchas e alavanca no assoalho.

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Em terras brasileiras, o carro fez sucesso como jovem e ágil. Sua fama fez com que fosse visto em diversas?produções cinematográficas?nacionais. O Maverick apresentava inicialmente três versões:?Super,?Super Luxo?e o?GT.

Maverick Super e Super Luxo

Essa versão contava com suspensão dianteira independente com braços sobrepostos e molas helicoidais, traseira com eixo rígido e feixes de molas semi elípticas.

Era oferecido também (opcionalmente) o motor V8, todos com câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção.

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Ford Maverick Super Luxo- Performance V8

c Ford Maverick Super

Maverick GT

Contava com travas externas no capô, faróis auxiliares, bancos individuais com assento mais baixo, conta-giros sobrepostos à coluna de direção do volante, rodas de 14” e pneus Firestone Wide.

Aqueles que queriam mais espaço no banco traseiro tiveram que esperar cerca de cinco meses até o lançamento da versão sedã de quatro portas.

d Maverick GT- 1974 Maverick GT- sedã 4 portas

Crise do petróleo

A Ford inseriu o motor 6 cilindros no?Maverick, que ganhou fama de “beberrão”. Com a crise do petróleo entre 1873 e 1974, mudou radicalmente o perfil do mercado, que passou a priorizar a economia de combustível, deixando em segundo plano a potência dos veículos. Assim, em 1975 o motor de seis cilindros foi substituído por um modelo mais moderno e econômico, o 2.3 litros de quatro cilindros com comando de válvulas no cabeçote e 99 cv. Pouco depois, o modelo GT também passou a oferecer o mesmo motor 2.3 litros de série, tendo o V8 como opcional.

Fim da produção

Em 1979 a Ford anunciou o fim da fabricação do Maverick. A queda nas vendas e o surgimento do Corcel II encurtaram a vida do esportivo, que vendeu cerca de 108 mil exemplares no Brasil.

Desde então, a Ford nunca mais apresentou um esportivo de motor V8 no mercado brasileiro, fora o Mustang importado que temos agora.

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