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Fiat Strada: a veterana picape nacional ganha nova roupagem para continuar a ter sucesso nas estradas brasileiras.

A Fiat Strada sem dúvidas pode ser chamada de sucesso mercado nacional, afinal o crossover do Palio é visto pelas estradas brasileiras a quase 25 anos, desde 1996 quando foi apresentada pela montadora. O modelo teve sucesso especialmente por compartilhar peças do seu irmão o que garante uma manutenção barateada e pela confiabilidade para uso em diversas finalidades. No entanto a fabricante italiana já demonstrava que iria aposentar o modelo da primeira geração especialmente após apresentar as novas linhas no Fiat Argo e na Toro, e claro, para atender as exigências de mercado  e por isso trouxe a publico em Abril e a nova Strada que trás em sua receita parte da consagrada primeira versão com traços modernos da irmã maior (Fiat Toro).

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O visual, que era uma das grandes exigências dos consumidores, segue a linha moderna já vistas no Argo e na Toro. A nova picape tem na versão cabine dupla 4,48 metros de comprimento, com capacidade de 844 litros na caçamba enquanto a cabine simples tem capacidade de 1.354 litros. Uma mudança que chama atenção é a altura do chão, a versão 2021 tem 23,2cm superando os 17cm do modelo anterior, isso garante mais conforto para entrar e sair do veículo. A montadora resolveu um dos grandes problemas dos modelos atuais, o ângulo de abertura de porta traseira, que dificultavam e muito a entrada e saída de passageiros, além de aumentar a capacidade dos bancos traseiros fazendo abandonar o estigma de desconfortável para trajetos longos.

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A mecânica é reconhecidamente de qualidade no modelo atual, que foi mantida para a versão mais simples de 2021 na configuração do motor Fire 1.4 de 88cv e 12,5 kgfm. As versões mais caras saem com o novo motor 1.3 Firefly que a montadora aplica ao Argo, mais moderno e que apresenta desempenho satisfatório em relação ao consumo como apresentou a montadora, média rodoviária com etanol não passou de 10,6 km/litro, contra 11,6 km/litro do Argo, mas foi melhor que os 10,2 km/litro da antiga Adventure 1.8. a Strada fica bem mais à vontade e, com torque disponível cedo, não requer muitas reduções. Na cidade conseguiu média de 8,6 km/litro de consumo, melhor até que o Argo 1.3 (8,2 km/litro) e bem superior à antiga Adventure 1.8 (6,4 km/litro).

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No interior o quadro digital do painel e a multimídia elevada dão um toque moderno, mas a moldura cinza das saídas de ar central deveria ser repetida em outras partes do painel.  A configuração do acabamento se aproxima visualmente com o interior da Toro, porém sem revestimento nos painéis ou couro nos bancos. No entanto, as cores escuras e o forro de teto preto conserva a modernidade e o aspecto de limpeza o carro.

O modelo gerou bastante expectativa nos consumidores, e à primeira vista revela uma série de melhorias em relação as versões anteriores sem deixar de lado o padrão de confiabilidade que a Strada tem. É certo que a Strada tem uma longa vida a percorrer ainda pelas terras brasileiras.

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